"O tempo que temos, se estamos atentos, será sempre exato"
-Caio F.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sobre a dificuldade de escrever sobre amores doloridos

Eu não tenho mais tanta facilidade em escrever o que todas as meninas (e alguns meninos) gostam de ler. Já não consigo mais escrever a tristeza e a motivação das decepções amorosas e de todas as adversidades do amor. Já passei dessa fase. Passei das paixonites, os amores impossíveis são passado.
Eu vivo um amor real, possível,maduro e calmo, não tenho mais tanta inspiração pra oscilações e decepções amorosas.
As minhas brigas duram tão pouco tempo, que mal consigo pegar na caneta, que a minha vontade de escrever já passou a ser vontade de ficar junto a ele.
Talvez escreva alguma ficção (afinal, nem tudo o que eu escrevo é sobre mim ou é real), mas não sinto mais dor ou alivio em escrever sobre esse assunto.
Parece que eu cresci uns 5 anos nesse ultimo ano. Tomara que vocês tenham crescido comigo.
Laura C.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Stranger...

E tornou-se tão boba, tão nojenta e tão descartável, que eu já não queria mais que fosse como antes.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

10.11.10 Sobre amigos e decepções...


Acho que eu já deveria ter aprendido que as pessoas não sentem por nós o mesmo que sentimos por elas. É eu deveria, mas não aprendi.
Ainda espero a mesma atenção, o mesmo amor, e a mesma confiança que eu dou, mas não recebo.
E quanto mais eu ajudo, me dedico, mais defendo mais inútil me parece isso. Parece que ninguém dá valor, ninguém se importa. Minhas amigas não se importam.
Por mais que eu faça tudo certo, e daí?
Não acho que eu seja demais, eu só não sei ser meia, eu não sei como não pensar nos outros, eu não sei  ser individualista a ponto de achar que não preciso de amigos. Não sei ser amiga só quando me convêm.
Mas eu estou me sentindo tão sozinha. Sabe aquela sensação de quando olhar pro lado, não ver ninguém que você possa confiar, e que vá te defender? É assim que estou me sentindo.
No final, eu sei que vou ter meu namorado, e minha velha melhor amiga de infância, que mesmo longe, nunca saiu de perto. O resto me parece tão falso, tão facilmente dissipável, que com um sopro acaba. O pior de tudo isso é que, o que eu doei, toda minha preocupação foi ignorada, minha amizade está naquela prateleira do armário, a mais no alto, e só será lembrada, quando quem a colocou precisar.


"Depois de várias tempestades e naufrágios, o que fica em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro."- Caio F.